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QUINTA-FEIRA 17 AGOSTO
Porém tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em beneficência, tu não os desamparaste Neemias 9:17

O DEUS MISERICORDIOSO

Prontidão para perdoar é uma grande qualidade. Significa ser livre de culpa; faz com que o indivíduo respire aliviado e transmita paz. É isso que deve acontecer em nossos relacionamentos humanos, quando alguém se torna culpado e outro perdoa. Mas é ainda mais importante em nosso relacionamento com Deus. O perdão assume que a pessoa culpada reconheça sua culpa e a confesse. É aqui que o problema se inicia.
Um garoto procurou seu pai por causa de certo malfeito e disse: “pai, você me perdoa pelo que fiz”? Seu pai respondeu: “do que estamos falando”? E o menino repetiu: “o que eu fiz”. O pai insistiu: “se devo te perdoar por alguma coisa, então eu preciso saber do que se trata”. Somente então o garoto compreendeu que precisava confessar o que havia feito.
Não é algo diferente para nós, os seres humanos, diante de Deus. Precisamos reconhecer nossa culpa e confessá-la se queremos obter o perdão. Alguns alegam que a fé cristã mergulha as pessoas em um complexo de culpa, pois o pecado e a culpa são mencionados muitas vezes. De fato, o oposto é verdade. Fé no Senhor Jesus nos livra da culpa e de qualquer consciência suprimida de pecado, pois nosso Deus é um “Deus pronto para perdoar”.
Todos que obtiveram perdão por meio da fé na obra redentora de Cristo sobre a cruz do calvário, conhecem o maravilhoso sentido de libertação expressado nas palavras do seguinte versículo: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5:1).

Hebreus 5:1-14

Que contraste há entre o santo Filho de Deus e o sacerdote escolhido entre os homens e forçado a ser tolerante por causa de suas próprias fraquezas. O versículo 8 expõe outra diferença. No que se refere a nós, precisamos aprender a obedecer porque somos essencialmente desobedientes. O Filho de Deus teve de aprender a obediência por uma razão completamente distinta. Como soberano Criador, Ele não estava sujeito a ninguém. Obedecer era uma experiência totalmente nova para Ele. E neste aspecto, Ele é o exemplo e o modelo de obediência “para todos os que lhe obedecem” (v. 9).

Em qualquer grupo, o líder investido da maior autoridade é aquele que primeiro executou, nas condições mais difíceis, as tarefas que delega posteriormente aos seus liderados. Aprendamos a obedecer na escola do Senhor Jesus. Mas que tipo de aprendizes nós somos? Será que a expressão do versículo 11, “tardios para ouvir”, não se aplica a nós? A Palavra de Deus aqui não é, como no versículo 4, a espada que discerne os pensamentos do coração, mas, sim, o sólido alimento que fortalece os filhos de Deus e os capacita a reconhecer o bem e o mal por si mesmos. Tornar-se cada vez mais sensível ao que agrada e ao que não agrada ao Senhor é um grande avanço para qualquer cristão.